13 de jun. de 2017

O Propósito de Deus nos Desvios - (John Piper)

Quantas vezes achamos que estamos perdendo tempo em coisas aparentemente infrutíferas ? Esse texto de John Piper nos chama a perguntar para quem nos dispomos a fazer o que nos propomos no nosso dia-a-dia.

x-x-x
"E tudo que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai." Cl 3:17
     Você já se perguntou o que Deus está fazendo enquanto você está buscando no lugar errado por algo que perdeu e de que precisava seriamente? Ele sabe exatamente onde está e Ele está deixando você procurar no lugar errado. Certa vez precisei de uma citação para uma nova edição do meu livro Desiring God (Em busca de Deus - Shedd Publicações). Eu sabia que a tinha lido em Richard Wurmbrand. Pensei que estava em seu livro devocional, Reaching Toward the Heights (Atingindo as Alturas). Eu quase podia vê-la no lado direito das páginas viradas. Mas não consegui encontrá-la.
    Porém, enquanto estava procurando, fui atraído à uma página, o devocional de 30 de novembro. Quando eu o li, disse: "Esta é uma das razões pleas quais tive que continuar procurando a minha citação." Ali havia uma história, não para mim, mas para os pais de crianças deficientes. Ter crianças deficientes é como buscar no lugar errado pelo que você perdeu, e não conseguir encontrar. Por quê ? Por quê ? Por quê ? Essa foi a recompensa não planejada de momentos "desperdiçados".
    Em um lar para crianças deficientes, Catherine foi assistida por vinte anos. A criança era deficiente mental desde sempre e nunca tinha dito uma palavra, mas apenas vegetava. Ela olhava calmamente para as paredes ou fazia movimentos desordenados. Comer, beber e dormir era no que consistia toda a sua vida. Ela parecia não participar do que acontecia à sua volta. Uma perna teve que ser amputada. A equipe desejava o bem de Cathy e esperava que o Senhor em breve a tomasse para Si.
    Um dia o médico chamou o diretor para vir rapidamente. Catherine estava morrendo. Quando ambos entraram na sala, não podiam acreditar no que viam. Catherine estava cantando hinos cristãos que tinha ouvido e memorizado, exatamente aqueles adequados para leitos de morte. Ela repetia vez a pós vez a canção alemã: "Onde a alma encontra sua pátria, seu descanso?". Ela cantou por meia hora com o rosto transfigurado, depois morreu calmamente. (Extraído de The Best Is Still To Come (O Melhor ainda está por vir), Wuppertal: Sonne und Shild).
    Alguma coisa feita em nome de Cristo é realmente desperdiçada ? Minha busca frustrada e inútil pelo que pensei que precisava não foi desperdiçada. Cantar para esta criança com deficiência não foi desperdiçado. E o seu desvio angustiante e não planejado não é um desperdício - não se você olhar para o Senhor em busca de sua obra inesperada e fizer o que precisa ser feito em seu nome (Cl 3:17). O Senhor trabalha para aqueles que nEle esperam (Is 64:4)

John Piper 
© Desiring God - Solid Joys


17 de ago. de 2016

A Travessia do Caminho


Impossível atravessar a vida...Sem que um trabalho saia mal feito, Sem que uma amizade cause decepção, Sem padecer com alguma doença.
Impossível atravessar a vida...Sem que um amor nos abandone, Sem perder um ente querido, Sem se enganar em um negócio. Esse é o custo de viver.
O importante não é o que acontece, mas, como você reage. Você cresce... Quando não perde a esperança, nem diminui a vontade, nem perde a fé.
Quando aceita a realidade e tem orgulho de vivê-la. Você cresce... Quando aceita seu destino, e mesmo assim, tem garra para mudá-lo. Quando aceita o que ficou para trás, construindo o que tem pela frente e planejando o que está por vir. Cresce quando se supera, se valoriza e sabe dar frutos.
Cresce quando abre caminho,assimila experiências...
E semeia raízes… Cresce quando se impõe metas
sem se importar com comentários, nem julgamentos...
Cresce quando dá exemplos, sem se importar com o desdém, quando você cumpre com seu trabalho.Cresce quando é forte de caráter, sustentado por sua formação, sensível por temperamento...
E humano por natureza! Cresce quando enfrenta o inverno mesmo que perca as folhas, Cresce quando colhe flores mesmo que tenham espinhos.
Cresce quando marca o caminho mesmo que se levante o pó. Cresce quando é capaz de lidar com resíduos de ilusões, Cresce quando é capaz de perfumar-se com flores...
E elevar-se por amor! Cresce ajudando a seus semelhantes, conhecendo a si mesmo e dando à vida mais do que recebe. E assim se cresce…
(Susana Carizza)

15 de ago. de 2016

Pessoas e Coisas

Não podemos "coisificar" as Pessoas.
Pessoas não são coisas.
Sabemos que chegamos nus à esse mundo e que nus partiremos dele. Portanto, procuremos antes de perder um amigo, perder coisas. Somente as pessoas podem nos dizer que estamos errados, nos ajudar a consertar relacionamentos, pedir perdão. As coisas não podem fazê-lo.
Se a nossa expectativa está no céu então coisas serão sempre coisas.
As pessoas são para serem amadas. As coisas são para serem administradas para Deus.

* Fonte desconhecida.

24 de jun. de 2013

O dia em que a Presidenta Dilma em 10 minutos cuspiu no rosto de 370.000 médicos brasileiros

Depoimento de uma médica Juliana Myssen


"Há alguns meses eu fiz um plantão que chorei. Não contei à ninguém (é nada fácil compartilhar isso numa mídia social). Eu, cirurgiã-geral, "do trauma", médica "chatinha",  preceptora "bruxa", que carrego no carro o manual da equipe militar cirúrgica americana que atendia no Afeganistão, chorei.


Na frente da sala da sutura tinha um paciente idoso internado. Numa cadeira. Com o soro pendurado na parede num prego similar aos que prendemos plantas (diga-se: samambaias). Ao seu lado, seu filho. Bem vestido. Com fala pausada, calmo e educado. Como eu. Como você. Como nós. Perguntava pela possibilidade de internação do seu pai numa maca, que estava há mais de um dia na cadeira. Ia desmaiar. Esperou, esperou, e toda vez que abria a portinha da sutura ele estava lá. Esperando. Como eu. Como você. Como nós. Teve um momento que ele desmoronou. Se ajoelhou no chão, começou a chorar, olhou para mim e disse "não é para mim, é para o meu pai, uma maca". Como eu faria. Como você. Como nós.
Pensei "meu deus do céu, com todos que passam aqui, justo eu... Nãoooo..... Porque se chorar eu choro, se falar do seu pai eu choro, se me der um desafio vou brigar com 5 até tirá-lo daqui".
E saí, chorei, voltei, briguei e o coloquei numa maca retirada da ala feminina.
Já levei meu pai para fazer exame no meu HU. O endoscopista quando soube que era meu pai, disse "por que não me falou, levava no privado, Juliana!" Não precisamos, acredito nas pessoas que trabalham comigo. Que me ensinaram e ainda ensinam. Confio. Meu irmão precisou e o levei lá. Todos os nossos médicos são de hospitais públicos que conhecemos, e, se não os usamos mais, é porque as instituições públicas carecem. Carecem e padecem de leitos, aparelhos, materiais e medicamentos.
Uma vez fiz um risco cirúrgico e colhi sangue no meu hospital universitário. No consultório de um professor ele me pergunta: "e você confia?".
"Se confio para os meus pacientes tenho que confiar para mim."
Eu pratico a medicina. Ela pisa em mim alguns dias, me machuca, tira o sono, dá rugas, lágrimas, mas eu ainda acredito na medicina. Me faz melhor. Aprendo, cresço, me torna humana. Se tenho dívidas, pago-as assim. Faço porque acredito.
Nesses últimos dias de protestos nas ruas e nas mídias brigamos por um país melhor. Menos corrupto. Transparente. Menos populista. Com mais qualidade. Com mais macas. Com hospitais melhores, mais equipamentos e que não faltem medicamentos. Um SUS melhor.
Briguei pelo filho do paciente ajoelhado. Por todos os meus pacientes. Por mim. Por você. Por nós. O SUS é nosso.
Não tenho palavras para descrever o que penso da "Presidenta" Dilma. (Uma figura que se proclama "a presidenta" já não merece minha atenção).
Mas hoje, por mim, por você, pelo meu paciente na cadeira, eu a ouvi.
A ouvi dizendo que escutou "o povo democrático brasileiro". Que escutou que queremos educação, saúde e segurança de qualidades. "Qualidade"... Ela disse.
E disse que importará médicos para melhorar a saúde do Brasil....
Para melhorar a qualidade....?
Sra "presidenta", eu sou uma médica de qualidade. Meus pais são médicos de qualidade. Meus professores são médicos de qualidade. Meus amigos de faculdade. Meus colegas de plantão. O médico brasileiro é de qualidade.
Os seus hospitais é que não são. O seu SUS é que não tem qualidade. O seu governo é que não tem qualidade.
O dia em que a Sra "presidenta" abrir uma ficha numa UPA, for internada num Hospital Estadual, pegar um remédio na fila do SUS e falar que isso é de qualidade, aí conversaremos.
Não cuspa na minha cara, não pise no meu diploma. Não me culpe da sua incompetência.
Somos quase 400mil, não nos ofenda. Estou amanhã de plantão, abra uma ficha, eu te atendo. Não demora, não. Não faltam médicos, mas não garanto que tenha onde sentar. Afinal, a cadeira é prioridade dos internados.
Hoje, eu chorei de novo."

(Recebido via FB)

O Sofrimento

Estava pensando um pouco sobre o sofrimento e lembrei-me de um panfleto que minha mãe me deu quando eu estava com uns 11 ou 12 anos de idade. Guardei por muito tempo esse papelzinho, mas hoje não sei por onde ele anda. Tento aqui abaixo, reproduzir o que mais me chamou a atenção quando o lia sempre que o achava, dentro da minha Bíblia:
....
O sofrimento é experiência inevitável à vida terrena. Todos sofrem. Alguns sofrem infinitamente mais.
Diz o velho provérbio árabe: "costumava chorar porque não tinha sapatos, até que encontrei um mendigo que não tinha pés".
Todo sofrimento tem função nitidamente positiva e visa o nosso aprimoramento espiritual. Não é redentor em si mesmo, mas prepara o caminho da nossa redenção. As lágrimas são a linguagem da dor e purificam a alma, tornando-a espiritualmente receptiva. Importa, pois confiar nestas consoladoras palavras de Cristo: "Tenho-vos dito estas coisas para que em Mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo." (João 16:33) Em meio à sua dor, não desepere! Deus está presente. Ele o ama e que ajudá-lo. O segredo da vitória sobre o sofrimento consiste em buscar, pela oração, a inefável paz interior que Cristo conceda quantos nEle confiam. lembre-se que a alma não teria arco-íris, se os olhos não tivessem lágrimas. Transforme sua aflição em asas que o elevem acima de tudo e de todos, à sublime comunhão com o Pai Celeste. E alegre você também cantará:

Suporto as dores do mundo,
Não me lastimo em vão.
O céu refulge mais lindo,
Nas noites de escuridão.


17 de jan. de 2012

Visões de cada um


Recebi por email e repasso-o aqui



Na escola..




PROFESSORA PRIMÁRIA
Porque o frango queria chegar ao outro lado da estrada?

CRIANÇA
Porque sim.

POLIANA
Porque estava feliz.

PLATÃO
Porque buscava alcançar o Bem.

ARISTÓTELES
É da natureza do frango cruzar a estrada.

NELSON RODRIGUES
Porque viu sua cunhada, uma galinha sedutora, do outro lado.

MARX
O atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe de Frangos, capazes de cruzar a estrada.

AMIR KLINK (Ou Captão Kirk)
Para ir aonde nenhum frango jamais esteve.

MARTIN LUTHER KING
Eu tive um sonho: vi um mundo no qual todos os frangos serão livres para cruzar a estrada sem que sejam questionados seus motivos.

FREUD
A preocupação com o fato de o frango ter cruzado a estrada é um sintoma de insegurança sexual.

DARWIN
Ao longo de grandes períodos de tempo, os frangos têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, têm uma predisposição genética a cruzar estradas.

EINSTEIN
Se o frango cruzou a estrada ou a estrada se moveu sob o frango, depende do ponto de vista. Tudo é relativo.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Por que ele atravessou a estrada, nã o vem ao caso. O importante é que, com o Plano Real, o povo está comendo mais frango.

MALUF
O meu governo foi o que construiu mais passarelas para frangos. Quando for eleito novamente, vou construir galinheiros deste lado, para o frango não precisar mais atravessar a estrada.

MACONHEIRO
Foi uma viagem.

FEMINISTAS
Para humilhar a franga, num gesto exibicionista, tipicamente machista. Tentando, além disso, convencê-la de que, enquanto franga, jamais terá habilidade suficiente para cruzar a estrada.

CHE GUEVARA
Hay que cruzar la carretera, pero sin perder la ternura jamás.

CAETANO VELOSO
O frango é amaro, é lindo, uma coisa assim. Ele atravessou, atravessa atravessará a estrada porque Narciso, filho de D.Canô, quisera comê-lo...
ou não?

GILBERTO GIL
Eu queria dizer que a metáfora da música brasileira na globalização efetiva dos carentes objetos da sinergia do frango fizeram a pluralização chegar aos ouvidos eternos da geografia assimétrica do outro lado da estrada.

PARA FINALIZAR:

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Porque queria se juntar aos outros companheiros mamíferos.


7 de fev. de 2011

BBB:A Vergonha

Recebi este texto por email. Pelo que estava escrito e pelo que procurei na Web, acredito ter sido mesmo escrito por Luís Fernando Veríssimo, em 2010 por ocasião do início de mais um vergonhoso programa da Rede dos bobos de televisão.
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"Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A  décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que  recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós.. , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade."

BIG BROTHER BRASIL (Luis Fernando Veríssimo)

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28 de jan. de 2011

Dr. House

 Dotado de um sarcasmo peculiar, o doutor House da série homônima, vem atraindo muitos espectadores.
O médico cuja equipe recebe os casos mais difíceis e estranhos, é solicitado quando praticamente não há mais esperança para o paciente.
Sua equipe sofre com sua soberba, seu humor ácido e muitas vezes negro mas reconhecem nele um gênio nada modesto.
Particularmente, vejo neste personagem a imagem do homem. Toda a genialidade do ser humano contrastada com soberba, falhas, falta de ética , cinismo. Sem falar no constante desafio ao poder da vida e morte, que devem sofrer principalmente os cirurgiões.
É uma série interessante que nos mostra o quanto o ser humano é falho e, ao mesmo tempo, gostaria de ser igual a Deus.


6 de jan. de 2011

Processamento Distribuído Pode Curar Doenças

http://www.worldcommunitygrid.org/index.jsp

Esta tecnologia pode em muito ajudar a encontrar cura de muitas doenças como o Câncer, Distrofia Muscular e outras. O programa age enquanto o seu computador estiver inativo, recebendo pacotes de dados para serem processados e retornados à origem. Combinando milhares de pequenos pacotes sendo processados ao redor do mundo, isto fará com que as pesquisas avancem em uma velocidade jamais imaginada.

30 de mar. de 2010

Limites - Monica Monastério (Madri-Espanha)

Este artigo está postado no site do Colégio Fazer Crescer e em outros sites e blogs. Contém uma opinião bem interessante sobre as diferenças entre os limites impostos à nossa geração pelos nossos pais e os limites que não são dados pela nossa geração aos nossos filhos hoje. Ei-lo:

Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o julgo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem.
E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais que têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade dos presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.

Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, o permissivismo sufoca. Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.

É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.


Os limites abrigam o indivíduo, com amor ilimitado e profundo respeito.



2 de mar. de 2010

Bibliófilo José Mindlin

O amante dos livros, José Mindlin, faleceu no último dia 28. Espero que o grande bibliófilo tenha encontrado durante a sua existencia, o Livro dos Livros, o Livro da Vida, sem o qual nunca se saberá a Verdade, nem o Caminho para a Vida Eterna. No entanto, ele deixa-nos o exemplo de que, nem mesmo com o poder de carregar milhares de livros num pendrive ou em um computador, o livro como objeto de arte consegue destaque na humanidade, pois o valor de uma obra digitalizada não se compara a um original de Machado de Assis, por exemplo.
Segue abaixo pequena biografia do "imortal" da Academia Brasileira de Letras, retirada de uma entrevista para a ISTO É , em novembro de 1997:
José Mindlin foi um gigante da cultura brasileira. Como todo grande homem, deixa um grande legado, que é a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, o resultado de uma vida dedicada aos livros, que por sua generosidade hoje é um patrimônio de todos os brasileiros." Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo
"Mindlin era um emblema do livro, tinha com ele uma relação orgânica. Lembro com saudade o dia em que estivemos juntos, com Evanildo Bechara, na inauguração do Museu da Língua, em São Paulo, e eu lhe fiz o convite para ingressar na Academia. Vamos sentir muito a sua falta." Marcos Vilaça, presidente da Academia Brasileira de Letras
José Ephim Mindlin nasceu em São Paulo em 8 de setembro de 1914. Formou-se em Direito em 1936, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
"Advogou até 1950, quando foi um dos fundadores e presidente da empresa Metal Leve S/A, empresa pioneira em pesquisa e desenvolvimento tecnológico próprio no seu campo de atuação. Em sua atividade empresarial desenvolveu grande esforço em prol do avanço tecnológico brasileiro e no processo de exportação de produtos manufaturados brasileiros. Mindlin foi dono de uma das mais importantes bibliotecas privadas do país, que começou a formar aos 13 anos e, em 2006, doou cerca de 45 mil volumes, entre coleções e folhetos, para a Brasiliana USP, no campus da universidade, em São Paulo. [via Folha de São Paulo]"


Paixão e perdição

A relação dos homens com os livros, em particular a dos bibliófilos, aqueles que por eles se apaixonam, passa por três estágios. Primeiro, os homens pensam que conseguirão ler um número de livros maior do que de fato é possível. Num segundo estágio, consequência imediata do primeiro, passam a desejar ter em mãos o maior número possível de obras dos autores de quem gostam. Num terceiro momento, já siderados, surgem o interesse pelas primeiras edições, geralmente raras, e a atração pelo livro como objeto de arte. Esta última fase é definida pelo mais célebre bibliófilo brasileiro, o empresário paulista José Mindlin, como perdição. "Quando se chega a esse estágio, aquele que pensava em ser na vida apenas um leitor metódico está irremediavelmente perdido", confessa Mindlin. A patologia – doce patologia – está instalada em definitivo. Essa tese é defendida logo na abertura de Uma vida entre livros – reencontros com o tempo (Edusp-Companhia das Letras, 214 págs. R$ 42), texto confessional e ao mesmo tempo uma espécie discreta de autobiografia intelectual, em que o bibliófilo conta a história de sua paixão pela literatura.

Sua biblioteca particular em São Paulo, tem hoje 30 mil volumes, dos quais dez mil são raros e dois mil, raríssimos. Mindlin começou a comprar livros aos 13 anos. Nessa idade, ele já tinha lido obras como a História das Religiões, de Salomon Reinach, e as Letras e narrativas, de Alexandre Herculano. Desde 1927, lá se vão 70 anos, o empresário tem o hábito de frequentar sebos. Uma única regra o guiou na construção de sua esplêndida coleção, o prazer da leitura. "O que não gosto, e raramente acontece, é de ler por obrigação", diz. Mesmo diante daqueles títulos raros que sempre desejou e nunca conseguiu comprar, é o prazer, e não a cobiça, que o move. Ainda há muitos desejos insatisfeitos. Um deles é adquirir a primeira edição de Cultura e opulência do Brasil, de Antonil, publicada em 1711. Chegou a tê-la um dia nas mãos, mas não conseguiu comprá-la.

O empresário ensina que a mais importante qualidade de um bibliófilo não é a fortuna, ou a erudição, mas a paciência. Ele relata, para os que duvidarem, a difícil história que viveu com a primeira edição de O Guarany, de José de Alencar, de 1857. O livro – que é hoje um dos tesouros de sua biblioteca – foi oferecido a amigos do empresário, nos anos 60, por um grego, que pedia por ele algo como US$ 1.000. Para desespero de Mindlin, que só veio a saber da oferta depois, nenhum dos amigos se interessou. Dez anos depois, a primeira edição da obra apareceu no catálogo de um leilão de raridades na Inglaterra. Ele fez a encomenda a um livreiro londrino, que acabou deixando o livro escapar porque o achou caro demais. Em 1977, Mindlin foi a um leilão de livros raros em Paris e lá soube que O Guarany estava disponível. Na viagem de volta, já com seu tesouro no colo, pelo qual pagou muito mais do que o preço original, Mindlin pegou no sono. Ao desembarcar, não se deu conta de que deixara o livro caído no tapete do avião. A Air France o achou, três dias depois, em Buenos Aires. Foi preciso esperar mais alguns dias até o volume chegar, são e salvo, a seu destino definitivo.

No final Mindlin ainda elenca seus autores preferidos, entre eles Balzac, Tolstói, Cervantes, Sterne e Virginia Woolf. A experiência o leva a dar bons conselhos. Em matéria de livros, garante, cada um deve ser capaz de fazer suas próprias escolhas. O leitor deve se permitir passar de Machado a Astérix ou de Shakespeare a Agatha Chirstie. O importante é o prazer da leitura. Tanto que resume seus sentimentos com uma frase: "Num mundo em que o livro deixasse de existir, eu não gostaria de viver."

"Paixão e perdição" - Texto de José Castello, para ISTO É, 12/11/97

22 de fev. de 2010

O Paganismo da Maçonaria

Documento retirado do site Espada do Espírito (área comum), nos mostra as origens desta sociedade secreta. O documento pode ser baixado no seu computador no formato PDF.
O Paganismo da Maçonaria

3 de fev. de 2010

Big Brother Brasil, Um programa Imbecil.

O educador Antônio Barreto, um dos maiores cordelistas da Bahia, acaba de retornar ao Brasil com os versos mais afiados que nunca depois da polêmica causada com o cordel “Caetano Veloso: um sujeito alfabetizado, deselegante e preconceituoso”.
Desta vez o alvo é o anacrônico programa BBB-10 da TV Globo. Nesse novo cordel intitulado “Big Brother Brasil, um programa imbecil” ele não deixa pedra sobre pedra. São 25 demolidoras septilhas (estrofes de 7 versos). Só para dar um gostinho:

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…

FIM

Salvador, 16 de janeiro de 2010.

* * *

Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara, na Bahia.Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas.Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia.

Possui incontáveis trabalhos em jornais, revistas e antologias, com mais de 100 folhetos de cordel publicados sobre temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos.
Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.

——– Recebido por email em 03/02/2010 —————————-

Blog do autor dos versos: http://barretocordel.blogspot.com/2010/01/big-brother-brasil-um-programa-imbecil_21.html




28 de out. de 2009

Substitutos Para as Fraquezas Humanas

Particularmente gosto muito de ficção científica. O filme que mostro o cartaz ao lado é o mais novo em que participa o famoso Bruce Willis. Trata-se do "The Surrogates" ou "Os Substitutos" como foi traduzido no Brasil.
Como todo filme de ficção, possui cenas difíceis de "engolir" mesmo ao se colocar o crédito para a ciência daqui há alguns anos.
Mas o que me chamou a atenção desse filme foi a mensagem extra-ficção que ele entrega, quando muitas vezes colocamos substitutos para tomar conta de nossas falhas, fraquezas, pecados cometidos e tentar assim nos esconder atrás de uma aparência "sem dolo".
Mesmo você que não aprecia muito o estilo do filme, vale a pena conferir o que está por trás da tecnologia mostrada: O ser humano falho, fraco e consciente de que não pode fugir de si mesmo.

26 de mai. de 2009

O Universo declara a Sua Majestade

Mesmo depois de algum tempo sem escrever, não pude deixar de postar quando vi esta imagem da NASA. É uma foto da silhueta da nave espacial Atlantis em 12/05/2009 , tirada do telescópio Hubble, quando passava entre o observador e o sol. Isto é uma pequena amostra da grandeza do nosso Deus, como declara a música God of Wonders (Deus das Maravilhas), do conjunto Third Day. "Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. " Salmos 19:1






13 de mar. de 2009

Nós Apenas Começamos a Viver

Dona de uma suave e bela voz, Karen Carpenter partiu aos 32 anos, em 1982, vítima de anorexia nervosa. Uma de suas músicas “We´ve only Just begun” , dizia “ Nós apenas começamos a viver”. Karen, além de excelente cantora, também era exímia baterista. Sua carreira foi sendo minada pelos excessivos regimes que fazia, debilitando continuamente o seu corpo.


Karen e seu irmão Richard

A vida de Karen pode ser um exemplo, embora que negativo, para as adolescentes que procuram a todo custo perder peso para ficar com o “corpo da moda”. O caso dela começou bem cedo, aos 17 anos, fazendo uma dieta assistida por um médico. Depois continuou por conta própria, parando à força quando ficava muito doente.

Vídeo da música citada: http://www.youtube.com/watch?v=__VQX2Xn7tI&feature=related
Tradução da música.....: http://letras.terra.com.br/carpenters/876162/